O que as famílias nos contam
Histórias de quem passou pela mesma dúvida que você — e encontrou no Aconchego um lugar para chamar de lar.
Depoimentos de moradores e familiares
Carla Lima
Filha de moradora — Curitiba, PR
"Minha mãe mora no Aconchego há quase dois anos. No começo eu tinha um pouco de receio — como toda filha tem — mas ver ela sentada no jardim depois do almoço com a Maria Fernanda me deu uma paz que eu não esperava encontrar tão rápido."
Maio de 2025
Roberto Batista
Filho de morador — São José dos Pinhais, PR
"O que me convenceu foi a visita. Entrei esperando uma recepção profissional e encontrei a Ana preparando o café da tarde. Meu pai chegou a perguntar se eu ia ficar também. Isso diz muito sobre o ambiente do lugar."
Abril de 2025
Silvia Monteiro
Neta de moradora — Curitiba, PR
"Minha avó sempre foi muito apegada à casa dela. Quando precisamos pensar numa alternativa, ela resistiu bastante. Hoje ela me liga para contar as novidades do almoço e dos encontros à tarde. Não esperávamos essa adaptação tão tranquila."
Maio de 2025
Paulo Almeida
Filho de morador — Curitiba, PR
"Procurei várias opções em Curitiba. A maioria tinha ficha de triagem na entrada e brochura na saída. No Aconchego, a coordenadora me atendeu pessoalmente, mostrou tudo e disse que eu podia retornar quantas vezes quisesse antes de decidir."
Março de 2025
Irene Rodrigues
Moradora — Curitiba, PR
"Tenho 78 anos e vim morar aqui há seis meses. Ainda sinto falta do meu apartamento às vezes, mas o jardim aqui é muito bonito. A comida está sempre boa. E a Ana sabe da minha história toda — isso conta muito pra mim."
Abril de 2025
Fernanda Costa
Filha de moradora — Pinhais, PR
"O que me pegou de surpresa foi perceber que a equipe sabe o nome de todas as pessoas — não apenas do morador, mas da família também. Quando ligo, já me reconhecem. Parece pequeno, mas faz toda a diferença."
Maio de 2025
Histórias que vale contar
Cada caso é único — mas nessas três histórias você pode reconhecer algo da sua própria situação.
A adaptação que ninguém esperava ser tão rápida
A situação
Senhora de 82 anos, viúva há dois anos, morava sozinha em apartamento. A família estava preocupada com a solidão e com pequenas dificuldades no dia a dia.
O caminho
A família visitou o Aconchego duas vezes antes de falar com a moradora. Na terceira visita, ela veio junto — e quis ficar para o almoço.
O resultado
Três semanas depois da mudança, ela já tinha amizade com outra moradora e participava ativamente dos encontros do fim de tarde.
"Ela me ligou na primeira semana para me contar que tinha ganhado no baralho. Fiz isso acontecer, mas o Aconchego criou o espaço." — Filha da moradora
A privacidade que não precisava ser solidão
A situação
Senhor de 76 anos, muito independente, resistia a qualquer ideia de divisão de espaço. Queria privacidade — mas a família precisava de tranquilidade.
O caminho
Escolheu a suíte privativa com vista para o jardim. Tem sua própria rotina, come no horário que prefere, e participa das conversas coletivas quando quer.
O resultado
Mora no Aconchego há mais de um ano. Costuma dizer que tem "o melhor dos dois mundos" — privacidade e companhia na medida certa.
"Aqui eu posso ficar quieto quando quero. E quando quero companhia, ela está a dois passos." — Morador
Em números
+8
anos de atividade
+120
moradores ao longo dos anos
4,9
média de satisfação
3
planos com preços transparentes
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